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Em Guimarães, estou sempre em casa. São os amigos que sempre me fizeram sentir assim (obrigado, vocês sabem quem são). Sexta-feira passada, entre boa conversa, cerveja fresquinha e um “cheirinho” de uma menina de 12 anos, escocesa e com rolha, ouvi deliciado histórias da fabulosa teia de personagens e figuras típicas que a cidade ainda guarda no seu território. Retratos vivos, a traço rude ou algo romântico, de existências que fazem, elas próprias, a “estória” de uma cidade. Um manancial de curiosidades e desfeitas, amores e ameaças, desencontros e vidas vividas pelas costuras. Uma galeria de vidas, sem artifícios, que quase reclamam ficarem perpetuadas no papel.

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