Aqui na Terra on the road

CARAVANA
Vamos para a estrada. Aqui na Terra. A primeira paragem é em Guimarães, já no próximo dia 18 de Setembro, na Associação Cultural Convívio, às 22 horas. A apresentação será feita pelo Esser Jorge (jornalista) e pelo Carlos Mesquita (presidente do Cineclube de Guimarães). Aos quais se juntará o editor da Deriva, António Luís Catarino. Depois, bem…depois segue-se uma sessão com a banda sonora do livro, um retrato portátil dos portugueses. E o autor, para desgraça de muitos, será o DJ de serviço (há livro de reclamações). Passem a palavra, que a malta gosta da vadiagem. “We aim for the hearts, not the charts”, costumam dizer, a propósito, umas meninas que eu cá sei e que cantam que se fartam. (Entretanto, a Associação Convívio mora AQUI)

É vício

VICIANTE
Parece que é um prémio. E a minha querida Pat, que tem ela própria um blogue jornalisticamente viciante(Blogkiosk) escolheu, entre outros, este blogue como um dos viciantes. Nem sei que vos diga, de verdade. Apesar de algumas dúvidas por vezes me assaltarem, continuo a gostar de vir aqui escrevinhar. E se ainda por cima alguém gosta, eu derreto, pronto. Ora, como mandam as regras, daqui a nada seguirá para uns quantos mails dos “vícios” aqui ao lado uma mensagem com as minhas escolhas de blogues viciantes. Tenho dito. Ah! E podem copiar o selinho de cima com aquele rapaz simpático, sim? Espero ter feito tudo bem que eu nisto de coisas organizadas…desorganizo-me.

Ao borralho

BORRALHO
Passei por lá este verão, levado por mãos amigas e também dedicadas a estes prazeres. Chama-se Saber ao Borralho, fica no Soajo, e os sabores da casa ainda me fazem travessuras com a memória. Nos “entretens de boca”, como lhes chamam por aquelas bandas, há presunto com broa frita, pataniscas e enchidos vários. Os secretos de porco preto são de merecer fidelidade. Mas há também posta barrosã e outros mimos. Cabrito e leitão, diz quem já provou, fazem valer a pena o galgar de tantos quilómetros. Mas só por encomenda. As sobremesas têm, pelo menos, duas perdições: a tarte de frutos silvestres e o charuto de ovos com laranja de Ermelo. O restaurante é pequenino, mas carregadinho de história, amabilidade e simpatia. Quando o Outono chegar, apanham-me lá ao cair da folha. (Ah! É imperdoável passar por lá e não visitar o Soajo…)