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A edição deste sábado do “i” tem vários textos de encher as medidas. No primeiro caderno, uma reportagem imperdível sobre os bastidores do Natal dos Hospitais, da autoria de Luís Leal Miranda. Com pérolas assim: “É a sala de estar da RTP e lugar onde, se explodisse uma bomba (bater três vezes na madeira), se acabava de vez com a música pimba”.

Depois, uma edição da revista “Nós” dedicada aos escritores. Onde cabem contos e “estórias” de muita gente boa (Patrícia Reis e João Tordo, por exemplo), e onde mora, com um texto encantador sobre cartas, carteiros e correspondências, a minha querida Marta Vaz, minha mana de sempre. Mas toda a edição é para ler, guardar e voltar.

De resto, este jornal é cada vez mais cá de casa. Pode ter algumas lacunas do ponto de vista informativo – e tem – mas é absolutamente refrescante, arejado e, amiúde, talentoso.

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