Sherlock Reloaded


Esqueçam tudo o que sabem sobre Sherlock Holmes. Quer dizer…tudo não. Na memória, mantenham Baker Street, um violino, um cachimbo e pouco mais. O novo Sherlock Holmes, com o – graças a Deus! – regressado Robert Downey Jr e um Jude Law improvável na pele de Dr.Watson é todo um tratado sobre como recarregar um clássico. E torná-lo incrivelmente novo, com pouca higiene, diga-se. Não vou contar pormenores. Só vos digo que é assim uma mistura de Matrix, Dark City, Porcos e Diamantes e Indiana Jones. E agora vejam lá se aguentam a pedalada…E que venha a sequela, rápido…

Imaginários

Um tubarão gigante de peluche (um dia explico…). As Aventuras de Filipe Seems numa caixa de tentações com DVD (e gato, claro…). O Meu Gato é o Mais Tolo do Mundo, assim, como uma supresa há muito aguardada…Gatos, gatos e mais gatos. E até um “Puxa-Saco” para a cozinha…com gatos. E o mais que aqui não cabe.

Mas o Natal, para mim, nem sequer são as prendas que se recebem, por muito bonitas que sejam. O Natal tem todo o significado quando vemos os olhos dos outros. Olhos que brilham e choram porque lhes tocamos em imaginários e dedilhamos as cordas de um tempo, de memórias e de afectos que vêm juntos. E nisso, nesses gestos, tudo é sempre muito mais simples do que julgamos…Porque fazer alguém feliz é, sobretudo, estar atento. Cuidar. E deixar que o coração escreva o resto da história.