
Alfredo Leite é o enviado do JN e do DN ao Haiti. Quem comprar os dois jornais, lê o mesmo texto. Poupa-se dinheiro e recursos? Ai poupa-se, poupa-se. E por este andar, daqui a uns anos, até se poupa em jornalistas. Ou em jornais.
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Sobre Miguel
Jornalista, 40 anos, viveu o tempo livre das rádios-pirata, mas aterrou nos jornais após o Curso de Radiojornalismo do Centro de Formação do Jornalistas do Porto, hoje inexistente. Trabalhou no Diário de Notícias, no semanário O Independente e é, desde Dezembro de 1999, repórter da revista Visão. Jornalista há 21 anos, nasceu no Porto, cidade a que pertence até ser pó, cinza e nada.
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Alfredo Mendes
18 de Janeiro de 2010 at 23:08
NÃO É PARA ADMIRAR ESTA ESTRATÉGIA DE MERCEARIA, QUANDO AMBOS OS JORNAIS, COM OS SEUS PRODUTOS DE MARKETING, SE ASSEMELHAM A LOJAS DE 300. DEPOIS, O DESCALABRO NAS VENDAS (MENOS 12 MIL-DIA DO jn E OITO MIL DO dn) EM RELAÇÃO AO ANO ANTERIOR DIZ COMO AS LIDERANÇAS ESTÃO NO BOM CAMINHO. MAS QUEM OS OUVIR EM SEMINÁRIOS E ENCONTROS AFINS CHEIOS DE PETULÂNCIA, LÁ SURGE A DEFESA DE UM JORNALISMO PERSONALIZADO, COM IDENTIDADE E ESTILO PRÓPRIOS, e blá, blá, blá. FAÇAM COMO EU: ATIRO-ME AO QUE MELHOR SE ESCREVE (ARTIGOS DA PATRÍCIA, NA VISÃO, ENVIADA AO HAITI) QUE OS ENLATADOS TÊM O TRAVO A LEITE AZEDO. LOGO, LIXO COM ELES. ASSIM DESBARATAM UM PATRIMÓNIO, ALEGRE, IMPUNEMENTE. Pobre Quim… ser patrão de traineira não é o mesmo que comandar um porta-aviões. Desconfiem de quem joga golfe com o cabo de uma enxada.
Paulo F. Silva
19 de Janeiro de 2010 at 02:25
Já se poupa, neste momento, em jornalistas, pelo que o passo seguinte será poupar em jornais…
csd
19 de Janeiro de 2010 at 15:39
ou acabar de vez com a imprensa como o Berlusconi que saliva só de pensar em eliminar a Assembleia da República…
csd
Tiago Krusse
24 de Janeiro de 2010 at 17:49
Os jornalistas deveriam sempre ter a oportunidade de relatarem os factos com rigos e exatidão. Deveriam poder comprovar os factos, ir a terreno(s), fazer reportagem, beber informação. Todavia, os gestores das empresas detentoras de ógãos de informação, não prescindem das suas mordomias, dos seus lucros e da forma pouco digna como dirigem esses órgãos de informação. Estes gestores preferem reter os jornalistas na redacção a picarem informações de outros órgãos de informação castrando assim a essência do jornalismo. Os gestores continuarão a ir de férias em aviões privados, a gastarem os seus chorudos plafonds dos cartões de crédito da empresa e a fazerem do jornalismo um medíocre negócio de papel, tintas, distribuição e vigarices de controlo de tiragens.
Uma opinião de uma jornalista com carteria profissional – 5782.
Paulo F. Silva
25 de Janeiro de 2010 at 02:16
Tiago, assim não vais longe…
Tiago Krusse
28 de Abril de 2010 at 10:53
Paulo, o meu caminho é infinito.