Pê de Pai

Hoje, na minha vida, entrou o Diogo, um miúdo de três anos, de olhos de um azul-feliz, um sorriso maior do que o tamanho dele, e uns caracóis de encanto, indomáveis como ele. Na sala da casa dos pais, andava este livro, em reboliço. Eu já sabia que a Planeta Tangerina era de um sistema solar editorial à parte, muito para lá das estrelas que conhecemos. Mas «Pê de Pai» ganhou o «Best Book Design From All Over the World» da Book Art Foundation. E merece.