
Depois de Vieira de Leiria e Lisboa, chega a vez da apresentação do meu livro sobre Lúcio Tomé Feteira no meu território de afectos. Esta sexta, pelas 22 horas, na Fnac do Norteshopping, em Matosinhos, o jornalista da RTP, Carlos Daniel, fará a apresentação. Amigos e camaradas, apareçam. E passem a palavra.
Sinopse: «A 8 de dezembro de 2009, Rosalina Ribeiro, secretária e amante do milionário Lúcio Tomé Feteira, foi assassinada no Rio de Janeiro, no Brasil. O crime trouxe à luz do dia a violenta disputada incalculável fortuna do industrial nascido em Vieira de Leiria. “O caso da herança Feteira”, até aí assunto de advogados e tribunais, saltou então para as páginas da Imprensa e para o horário nobre das televisões. Quem foi Lúcio Feteira? Que segredos e mistérios atravessaram a sua existência? O que se esconde por detrás da sua riqueza? Porque lhe chamavam génio, louco e perigoso? Que histórias e tragédias marcaram a família? Quem foram as mulheres da sua vida? Em que polémicas e conspirações se envolveu? Porque quiseram matá-lo? Com recurso a dezenas de entrevistas e testemunhos, centenas de documentos inéditos e milhares de páginas de arquivos públicos e privados, esta é a primeira parte da história nunca contada de um homem poderoso, fascinante e controverso, que morreu à beira de celebrar cem anos, idolatrado e odiado.»
Arquivos Diários: 8 de Dezembro de 2011
Sexta. Fnac. Norteshopping. 22 horas.
Diário de um pai em construção – 22

O desenho da Xana. O carrossel do Pena, da Patrícia e das gémeas mais lindas do mundo. A nova pintura do tio Júlio. O quadro com giz da Susaninha. O gorro da Flor. A babete e a tolha de banho da Helena. Os discos do Carlos: Monserrat Figueras para embalar a criança, Monica Salmaso para enternecer o pai. São mimos, afectos, delicadezas, de quem ama e gosta, por vezes longe, mas sempre perto do coração. Não é só o Chisco que agradece. Há um pai e uma mãe que se derretem por não merecerem tanto.
Fábulas
É o nome de um restaurante em Lisboa, no Chiado. Quem lá foi, diz que é soberbo. Até pela decoração, feita de móveis velhos, memórias de parede e pedra fria, carregada de História. Eu só tive tempo de tomar café, vindo de um outro almoço ali bem próximo numa casa de pasto enfeitada com as cores vivas do Atlético. Mas foi o tempo suficiente para perceber que, na sua vida anterior, o Fábulas foi o lugar das caves da Macieira. O que é, desde logo, um excelente cartão de apresentação.


