Há dias agradeci aqui ao Ricardo, meu amigo vimaranense, o facto de me ter arrastado para as leituras de J. Rentes de Carvalho. Era uma homenagem justa por todas as vezes que o ouvi falar do homem com admiração e culto. Mas devo, isso sim, ao Fernando, meu amigo portuense, este exemplar de Ernestina que representa a minha estreia no capítulo Rentes de Carvalho, e no qual tenho mergulhado nos últimos dias.
Do Fernando ouvi, em muitas tardes e noites de patuscadas, episódios e passagens de rendição absoluta pelo talento e mestria do Rentes. São amigos assim que nos enchem bibliotecas com tudo o que há de bom e do melhor. Partilham as melhores páginas das suas leituras e não descansam enquanto não fazemos parte desse mundo, que começou por ser deles. Da próxima, já haverá mais Rentes para conversa. A ambos, aquele abraço.

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