Justiça seja feita

Há dias agradeci aqui ao Ricardo, meu amigo vimaranense, o facto de me ter arrastado para as leituras de J. Rentes de Carvalho. Era uma homenagem justa por todas as vezes que o ouvi falar do homem com admiração e culto. Mas devo, isso sim, ao Fernando, meu amigo portuense, este exemplar de Ernestina que representa a minha estreia no capítulo Rentes de Carvalho, e no qual tenho mergulhado nos últimos dias.
Do Fernando ouvi, em muitas tardes e noites de patuscadas, episódios e passagens de rendição absoluta pelo talento e mestria do Rentes. São amigos assim que nos enchem bibliotecas com tudo o que há de bom e do melhor. Partilham as melhores páginas das suas leituras e não descansam enquanto não fazemos parte desse mundo, que começou por ser deles. Da próxima, já haverá mais Rentes para conversa. A ambos, aquele abraço.

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2 thoughts on “Justiça seja feita

  1. Obrigado Miguel, as sugestões de leitura entre nós (os três, o Fernando é um mestre a descobrir coisas novas…) tem-me levado a livros e autores extraordinários. Por isso vos agradeço.
    Agradecia-te mesmo é que escrevesses tu um romance. Não desisto disso. Devagar acho que te vamos conseguir convencer. Abraço

  2. O que me fascinou, além da escrita limpa e sem mácula de Rentes, é que este livro é um testemunho da história dos nossos avós. A descrição da viagem de comboio até ao Pocinho é um momento singular da prosa portuguesa. É um prazer retribuir com este modesto livro, o muito que já me deste com as tuas “estórias com gente dentro”.

    Abraço a ambos os dois, como diria Jesus, não o da Nazaré, mas o da Amadora!

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